segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Comentário ou novo post?

Como explicado no e-mail, vocês poderão fazer contribuições em nosso blog de duas formas:

Criarem um novo tema de debate: escolhendo a opção "nova postagem", depois de terem se cadastrado em nosso blog.

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E a proposta é termos esse espaço para discutir, elucidar dúvidas, levantar questões sobre as leituras e o trabalho de campo de vocês. Aliás, quem tiver outras idéias, é só postar pra gente incluí-la neste espaço!

Abraço e continuamos em contato!

2 comentários:

leandro lima disse...

O texto da Ana Loreiro é muito interesante pois nos possibilita visões sobre a educação no Estado do Rio de Janeiro, de forma que parece dois mundos diferentes, em que inclui a escola do asfalto da instituição particular e a escola da favela da rede pública.A pesquisa realizada pela autora é de cunho etnografico, em que através de entrevistas e observação participação busca analizar a vida de uma professora que trabalha com as primeiras séries do ensino fundamental e atua em dois segmentos educacionais a escola Olga Cintra ou simplesmente a escola do asfalto e a escola municipal Dr. Roberto Ribeiro, a escola da favela. Nessa trama a professora Letícia por pertencer a uma realidade distinta da favela,a uma classe média, optou por essa realidade afim de promover uma educação de qualidade não só para as escolas do asfalto como também para as da favela, mesmo com toda dificuldade de recursos, ela busca não mudar sua prática pedagógica em relação as escolas que atua.As crítica feitas pela professora Letícia em relação a educação direcionada para a favela é de uma educação que parece estar a segundo plano dos governates, tanto que ela afirma que quase sempre o ano letivo começa sem materiais escolares, chegando até mesmo o material de uma ano chegar com um ano de atrsaso, e quando chegam são da pior qualidade, assim como afirma a professora Letícia. No texto podemos também perceber o desenvolvimento dois alunos em que ficou claro que os alunos da escola do asfalto tem um melhor aproveitamento que os "outros" da favela. É importante também destacar como a propria autora confirma que um problema a ser superado pela pesquisa foi ao fato de tanto a pesquisadora quanto a professora serem de uma realidade ou melhor de uma classe diferente da favela, em que tiveram que abandonarem seus preconceitos e suas concepções pré- estabelecidas com relação a realidade da educação na favela. Minha opnião com relação ao texto é positiva deixando claro que sua leitura enriqueceu bastante minhas concepções com relação a esses dois mundos educacionais o "mundo da favela e o mundo do asfalto".

Kelly Russo disse...

Oi, Leandro! Só agora vi o seu comentário sobre o texto da Loureiro!
Muito bom!
Lembre-se apenas que o blog "exige" ou melhor, "pede" uma linguagem mais direta e rápida: muitos pequenos comentários.
Vamos praticar mais nosso diálogo nesse espaço e dê uma visita no comentário da Tamirez, para ver e discutir, opiniões parecidas ou diferentes entre vocês. Abraço!